#11 – Você está em um jantar com quatro pessoas que admira muito, mas todos começam a criticar um amigo íntimo seu não sabendo que é seu amigo. A crítica é injustificada e de mau gosto. O que você faz?

Imagem: Pexel

Eu sou uma pessoa que tem o perfil bem tranquilo. Mas, quando me sinto/sou injustiçada, eu fico bastante arredia e mostro meu lado mais, digamos… incisivo. 

Engraçado, quando li essa pergunta e comecei a pensar na resposta, eu me deparei com a ideia de que hoje em dia, depois de algumas decepções com pessoas que eu acreditava admirar, eu não tenho mais pessoas as quais guardo admiração. E também não tenho ídolos. 

Atualmente, não existe ninguém que eu admire, como todo o peso que essa palavra proporciona. Existem sim, pessoas cujos trabalhos eu acho incrível e tal. Mas, não existe ninguém que eu seja admiradora nata. 

E justamente por isso, se essas tais pessoas tiverem falando mal de um amigo meu sem fundamento (ou com fundamento, aliás só eu posso falar mal dos meus amigos), eu quebro o pau! Sem tempo irmão!

E uma coisa que me orgulho hoje é de não ter vergonha de expor as minhas convicções e meus pensamentos sobre as coisas. 

E vocês? O que fariam: ficariam quietos ou viraria a mesa?

#10 – Você está mais preocupado em fazer as coisas direito ou só quer fazer as coisas certas?

 

 

Estou em um momento mais reflexiva da minha existência e isso está me fazendo pensar mais sobre as minhas escolhas e sobre o rumo que tomei e quero tomar na vida. Eu fico muito preocupada em fazer as coisas direito. E isso constantemente se vira contra mim porque eu nunca acho que estou pronta para fazer algo. Sempre penso que não vou conseguir fazer as coisas direito e acabo paralisada. Acho que eu quero fazer as coisas certas, direito. É isso. Essas perguntas dão bug na nossa cabeça!

#8 – Se a expectativa média de vida humana fosse de 40 anos, você estaria vivendo sua vida de outra maneira?

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Imagem: We heart It

Acredito que não! Seria a mesma coisa. As coisas só iam começar mais cedo! Começar a trabalhar e formar uma família, por exemplo, seria com 13 ou 15 anos. Agora, se eu descobrisse que iria viver até os quarenta, lógico que tentaria realizar o máximo das minhas ambições. Teria uma motivação para ficar mais focada nos objetivos. A gente sempre acha que tem a vida toda pela frente e, às vezes, procrastina.

#7 – Você está fazendo aquilo que acredita, ou você se conforma com o que está fazendo?

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Confesso que não sei. Ultimamente tenho estado cansada e desanimada. As vezes fico refletindo sobre as minhas escolhas e sobre o resultado delas até aqui. As vezes acho que tudo o que escolhi para mim foi o certo. Outras vezes acho que ainda não me encontrei realmente. O tempo não pára e isso assusta demais. Tenho medo do tempo passar e eu não realizar tudo o que eu desejo. E acho que esse medo só existe porque ainda não acredito realmente no que eu estou fazendo.

#6 – Se a felicidade fosse moeda nacional, qual seria o trabalho que te tornaria rico?

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Voltando as respostas das 50 perguntas que irão mudar a minha mente, eis a pergunta nº 6: Se a felicidade fosse moeda nacional, qual seria o trabalho que te tornaria rico? 

Pois bem… essa é uma pergunta difícil de responder porque eu possuo infinitas áreas de interesse. Desde a matemática até uma aula sobre teatro japonês.

Hoje o meu trabalho, e principal fonte de renda, é a engenharia e eu adoro o que eu faço. É lógico que às vezes bate um desânimo, mas um sentimento normal.Nada que me faça sofrer e achar que a vida é uma tristeza sem fim (rsrs). Acho que por gostar de tantas coisas eu acabo tendo a impressão que não gosto de nada.  Continuar lendo

#02 – O que é pior: falhar ou nunca tentar?

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Continuando a série das 50 perguntas que irão mudar a sua mente, eis que a segunda da lista é: O que é pior: falhar ou nunca tentar?

Confesso que sou uma pessoa que odeia perder. Mesmo no par ou ímpar. E não gostar de perder pode virar um problema na vida se não soubermos controlar isso em nós. O medo de perder ou falhar faz com que deixemos passar boas oportunidade ou momentos incríveis só pelo simples medo de não dar certo.

Estou no mercado de trabalho à 7 anos e hoje, olhando para trás vejo como eu era insegura e cometia erros tão idiotas pelo simples medo de falhar. Poderia ter sido e feito muita mais do que fiz. Não soube aproveitar as oportunidades, sabe? Continuar lendo