#9 – Até que ponto você realmente controlou o sentido da sua vida?

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Foto: weheartit

Será que eu sei o sentido da minha vida? Acho que não controlei muito o que eu fiz até hoje. Mas sempre há tempo de começar a tomar as rédeas da nossa própria vida. E ela dá essa oportunidade quando nos possibilita olhar o nascer do sol todas as manhãs.

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#8 – Se a expectativa média de vida humana fosse de 40 anos, você estaria vivendo sua vida de outra maneira?

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Imagem: We heart It

Acredito que não! Seria a mesma coisa. As coisas só iam começar mais cedo! Começar a trabalhar e formar uma família, por exemplo, seria com 13 ou 15 anos. Agora, se eu descobrisse que iria viver até os quarenta, lógico que tentaria realizar o máximo das minhas ambições. Teria uma motivação para ficar mais focada nos objetivos. A gente sempre acha que tem a vida toda pela frente e, às vezes, procrastina.

#7 – Você está fazendo aquilo que acredita, ou você se conforma com o que está fazendo?

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Confesso que não sei. Ultimamente tenho estado cansada e desanimada. As vezes fico refletindo sobre as minhas escolhas e sobre o resultado delas até aqui. As vezes acho que tudo o que escolhi para mim foi o certo. Outras vezes acho que ainda não me encontrei realmente. O tempo não pára e isso assusta demais. Tenho medo do tempo passar e eu não realizar tudo o que eu desejo. E acho que esse medo só existe porque ainda não acredito realmente no que eu estou fazendo.

#6 – Se a felicidade fosse moeda nacional, qual seria o trabalho que te tornaria rico?

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Voltando as respostas das 50 perguntas que irão mudar a minha mente, eis a pergunta nº 6: Se a felicidade fosse moeda nacional, qual seria o trabalho que te tornaria rico? 

Pois bem… essa é uma pergunta difícil de responder porque eu possuo infinitas áreas de interesse. Desde a matemática até uma aula sobre teatro japonês.

Hoje o meu trabalho, e principal fonte de renda, é a engenharia e eu adoro o que eu faço. É lógico que às vezes bate um desânimo, mas um sentimento normal.Nada que me faça sofrer e achar que a vida é uma tristeza sem fim (rsrs). Acho que por gostar de tantas coisas eu acabo tendo a impressão que não gosto de nada.  Continuar lendo